DIÁRIO DO PARÁ
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| 02/09/2010 - Feira do Som |
Jornalista
Edgar Augusto
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OS FRANCISCOS DE MATEUS SARTORI
Depois de homenagear Dorival Caymmi com um disco respeitoso e bem acabado, o cantor Mateus Sartori voltou suas visitas para os Franciscos da MPB.
Trabalhando com Tiago Costa e Silvinho Mazzuca, ele resgatou desde o amazonense Chico da Silva (Pandeiro é o meu nome) até o paulista Chico Barque (Cantando num Toró), não sem antes passar pelo carioca Chico Amaral (Casa Aberta), pelo mineiro Francisco Bosco (Doce Sereia) e até pelo cearense Chico Anysio (Nicanor Belas Artes).
Na verdade fez um trabalho arrojado e corajoso, fruto de pesquisas, boas idéias e, sobretudo, de valorização de nosso melhor cancioneiro. Onde os Franciscos, claro, sempre têm lugares de destaque.
Ouçam com carinho. |
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Site ZIRIGUIDUM.com
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| 23/08/2010 - Música Brasileira |
Jornalista
Beto Feitosa
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MATEUS SARTORI HOMENAGEIA SEUS FRANCISCOS
Terceiro álbum do interprete junta compositores com o mesmo nome
Dois anos depois de lançar olhar inusitado para obra de Dorival Caymmi, o cantor paulistano Mateus Sartori apresenta seu terceiro trabalho, Franciscos. Lançamento independente distribuído pela Tratore, o álbum costura compositores bem distintos, mas que trazem o nome de Francisco. Dois deles, Chico César e Chico Pinheiro, também participam do disco.
Voz bonita, bom gosto na seleção do repertório e ousadia estilística nos arranjos. Com essas qualidades Mateus consegue amarrar "Franciscos" tão diferentes em seu ambiente musical. Esse conceito poderia facilmente cair num balaio de homenagens vazias sem fazer sentido, o que não acontece. O álbum funciona. A boa produção e arranjos relevantes do pianista Tiago Costa encontram a personalidade de Mateus Sartori, cantor longe do lugar-comum.
A receita alinha obra de artistas-xarás como Chico da Silva, Chico Buarque e Chico Pinheiro. Passa pelo mineiro Chico Amaral, pelo paraibano Chico César, pelo carioca Chico Saraiva e até pelo cearense Chico Anysio. Curioso, descobre o Francisco que antecede o nome de Itamar Assumpção. Mais uma vez Mateus foge do óbvio.
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Blog TONINHO SPESSOTO - São Paulo - SP
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| 27/05/2010 - Acordes |
Jornalista
Toninho Spessoto
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MATEUS SARTORI GRAVA CD DEDICADO AOS FRANCISCOS
O cantor paulista Mateus Sartori, dono de uma das mais belas vozes da MPB contemporânea, está concluindo as gravações do seu quarto CD, "Franciscos Na Voz de Mateus Sartori".
No repertório, apenas composições de autores chamados Francisco. Entre os homenageados estão Chico Buarque, Chico César, Chico Anysio – sim, um excelente compositor –, Francisco Matoso e Chico da Silva.
Alguns dos autores farão também participação especial. É o caso de Chico Pinheiro (na foto com Sartori), que toca violão em Cantando no Toró (Chico Buarque). Mateus grava também Tempestade, do violonista e compositor. Entre as outras canções do disco estão Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda (Francisco Matoso/Lamartine Babo), Nicanor Belas Artes (de Chico Anysio e João Nogueira, dueto de Mateus Sartori com Chico César).
Franciscos Na Voz de Mateus Sartori será lançado no segundo semestre.
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Blog MAURO FERREIRA - Rio de Janeiro-RJ
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| 26/05/2010 - Blog do Jornalista |
Jornalista
Mauro Ferreira
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Excelente cantor paulista, Mateus Sartori finaliza em São Paulo (SP) seu terceiro álbum sob a direção musical do pianista Tiago Costa. Com lançamento programado para o segundo semestre de 2010, Franciscos na voz de Mateus Sartori agrega no repertório somente músicas da lavra de compositores brasileiros chamados Francisco.
Um deles, Chico César (à esquerda na foto), vai estar presente na ficha técnica em dose dupla. Além de ser parceiro de Zezo Ribeiro na faixa Lembrança Boa, Chico gravou dueto com Sartori em Nicanor Belas Artes, tema composto por Chico Anysio com João Nogueira (1941 - 2000), gravado por Nogueira em 1979 no álbum Clube do Samba.
A valsa Eu Sonhei que Tu Estavas tão Linda (de Francisco Matoso com Lamartine Babo) e o samba Pandeiro é meu Nome (de Chico da Silva e Venâncio) - lançado por Alcione em 1977 - figuram no repertório do sucessor de Todos os Cantos (2006) e Dois de Fevereiro - Mateus Sartori Interpreta Dorival Caymmi (CD de 2007).
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Jornal O DIA - Rio de Janeiro-RJ
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| 24/05/2010 - Estúdio |
Jornalista
Mauro Ferreira
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Chico César a esquerda gravou com Mateus Sartori"Nicanor Belas Artes", parceria de Chico Anysio com João Nogueira.
O Registro foi feito para o CD "FRANCISCOS NA VOZ DE MATEUS SARTORI".
O repertório reune somente músicas de compositores batizados com o nome de Francisco.
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Jornal A TARDE - Salvador-BA
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| 01/04/2008 - Caderno 2 |
Jornalista
Laura Dantas
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Jornal FOLHA DE SÃO PAULO - São Paulo-SP
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| 06/01/2008 - Ilustrada 2 |
Jornalista
Raquel Cozer
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Músico paulista interpreta temas do artista baiano em show hoje no Sesc Santana, acompanhado por dois violonistas
"Samba da Minha Terra" era o "Atirei o Pau no Gato" da minha infância", diz o cantor Mateus Sartori, 29, sobre seu primeiro contato com a obra de Dorival Caymmi. "Achava que era uma canção sem dono."
Por sorte, aos poucos o paulista (re)descobriu o mestre baiano. No fim do ano passado, parte do cancioneiro com que conviveu desde a tenra idade resultou no CD "Dois de Fevereiro" (Lua, R$ 22). Agora, chega ao Sesc Santana, num show, como o disco, só de voz e violão.
Foi navegando por águas perigosamente conhecidas -já cantadas por mais de uma geração da família Caymmi e por Gal Costa e Rosa Passos, para ficar em poucos exemplos- que o rapaz formado em arquitetura e com shows pequenos no currículo chamou a atenção de sua fonte baiana e colecionou elogios da crítica.
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Revista VEJA SP - São Paulo-SP
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| 29/12/2007 - Destaque |
Jornalista
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Paulista de Franca que mora em Mogi das Cruzes, o novato cantor Mateus Sartori surpreendeu ao lançar Dois de Fevereiro, o segundo álbum de sua carreira. Impecável tributo à obra do baiano Dorival Caymmi, o CD contou com a participação de Guinga, Paulo Bellinati e outros violonistas. Agora chegou o momento de conferir ao vivo a límpida voz (que por vezes lembra a de Zé Renato) em pérolas como Dora, O Samba da Minha Terra e Valerá a Pena. O intérprete, de 29 anos, sobe ao palco na companhia de Jardel Caetano e Edmilson Capelupi, ambos ao violão.
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Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO - São Paulo-SP
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| 21/12/2007 - Caderno 2 |
Jornalista
Lauro Lisboa
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Mateus Sartori tem algo de especial na voz, mas não só nela. Toda a história que envolve a realização de seu segundo álbum, Dois de Fevereiro, um refinado tributo a Dorival Caymmi, tem lances fora do convencional. Mateus bancou a produção toda do próprio bolso e foi até a Bahia, na festa de Iemanjá comemorada na data que dá título ao projeto, registrar as imagens do encarte e do DVD que saiu numa edição especial com o CD. Se economizou nas soluções sonoras (é um disco todo de voz e violão), não o fez no projeto gráfico, um luxo que vai na contracorrente da crise das gravadoras.
Em Dois de Fevereiro, produzido por Rodolfo Stroeter, ele está muito bem acompanhado de Guinga, Paulo Bellinati, Diego Figueiredo, Webster Santos, Chico Saraiva, Edmilson Capelupi, Mario Gil e Jardel Caetano. A idéia era gravar cada faixa com um violonista, mas, pensando na dificuldade que quem fosse tocar com ele no palco teria de reproduzir os arranjos, deixou-se convencer por menor número. Todos gravaram com ele ao vivo no estúdio, sem truques nem artifícios. "A simplicidade era o fator principal. Tudo ficou muito transparente", sintetiza Sartori.
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Jornal FOLHA DE SÃO PAULO - São Paulo-SP
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| 14/12/2007 - Ilustrada |
Jornalista
Luiz Fernado Vianna - Sucursal do Rio
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As canções de Dorival Caymmi parecem simples, mas são difíceis -exatamente pelo fato de parecerem simples, como se existissem antes que alguém as fizesse. É natural, portanto, que ninguém as cante melhor do que o próprio Caymmi. Mas o pouco conhecido Mateus Sartori, 29, paulista de Franca e crescido em Mogi das Cruzes, conseguiu realizar um trabalho original e fiel à obra do gênio baiano.
A primeira explicação para o acerto está no formato: ele e o produtor Rodolfo Stroeter optaram por um disco só com voz e violão. Como o violão de Caymmi é único, uma ótima alternativa foi revestir as melodias de outros violões únicos, tocados por oito craques.
Com sua voz de acento feminino, extremamente afinada, capaz de alcançar notas incríveis, Sartori ganha com esses violões um ambiente que nenhuma banda ou orquestra lhe daria, pois está neles o despojamento que a música de Caymmi pede -despojamento que não tem nada de tosco; é econômico, sem notas fúteis, deixando voz e ouvidos divagarem.
Avaliação: ótimo
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